“RVCC – Do Nível Básico ao Secundário: Que percursos? Que Competências? Que Impactos?”

No âmbito das actividades integradas no “Dia Aberto do CNO”, levaram-se a cabo várias exposições com vista a partilhar formas de actuação na Educação e Formação de Adultos. Uma dessas exposições centrou-se na clarificação de percursos de adultos que acedem ao nosso CNO e que, depois de realizarem o processo de RVCC de nível básico, prosseguem pela mesma via, realizando o processo de RVCC de nível secundário.

Com a ajuda dos adultos, foram apresentados três casos: (1) Maria Rosária Moura dos Santos Pereira de Sousa, (2) Fernando Baptista Monteiro e (3) Maria da Conceição Dias Henriques da Rocha. No primeiro caso, demonstrou-se cronologicamente o percurso da Maria Rosária, adulta cujo perfil de entrada permitia o acesso directo ao processo de nível secundário, no entanto, pelo facto de ter o 8.º ano e não existir ainda o processo de secundário, realizou todo o percurso. É de salientar que, entre um percurso e outro, a adulta realizou várias Unidades de Formação de Curta Duração (UFCD), nomeadamente de Informática e Língua Estrangeira (iniciação e continuação), o que lhe proporcionou uma maior bagagem de conhecimentos para a execução do segundo processo. O segundo caso foi demonstrativo do constante diagnóstico e acompanhamento que os candidatos em processo exigem. O Fernando Baptista iniciou o processo de nível básico, já que o seu perfil assim indicou, no entanto, ao longo do processo, demonstrou características favoráveis para a realização do processo de nível secundário, situação para a qual ambas as equipas técnico-pedagógicas (de nível básico e secundário) estão sensibilizadas. Por último, demonstrou-se o caso da M.ª da Conceição da Rocha, adulta que realizou também o processo de nível básico, e, após a realização de várias (UFCD) e da conclusão do First Certificate in English Cambridge School, iniciou o processo de secundário, encontrando-se, neste momento, a finalizar o processo.

Foram ainda expostos, com a devida autorização dos adultos, os Portefólios Reflexivos de Aprendizagens, que demonstram a idoneidade das suas competências, bem como a capacidade autêntica com que responderam, quer às exigências de um nível, quer às exigências de outro.

Raquel Azevedo (Técnica de RVC)

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